Hinos

domingo, 14 de junho de 2015

Infiltração Bolivariana na Inteligência Brasileira?


A presidente Dilma Rousseff e o presidente do Uruguai, José Mujica, durante cúpula do Mercosul na Argentina, dois anos depois de convencer o seu governo a punir o Paraguai por impeachment de Lugo - Roberto Stuckert Filho/PR/Fotos Públicas
 
 Nota DefesaNet

O texto da Veja, publicado às 18h48min de segunda-feira, foi censurado no Facebook.

O risco de censura a ser imposto pelo Facebook no Brasil, é um temor compartiulhado por muitos, em especial  após a aproximação de Dilma Rousseff e Zuckerberg,

O Editor  
 
 Resultado de imagem para imagens da inteligência brasileiraLeonardo Coutinho
Veja.com
 
 A presidente brasileira convocou uma reunião secreta em Brasília com um emissário do governante uruguaio, que não concordava com a punição. A revelação está na mesma obra que expôs a confissão de Lula a Mujica sobre o mensalão

Um livro dos jornalistas uruguaios Andrés Danza e Ernesto Tulbovitz revela que a presidente Dilma Rousseff interveio diretamente para punir o Paraguai depois que o congresso do país votou pelo impeachment do presidente Fernando Lugo, em 22 de junho de 2012. Uma Ovelha Negra no Poder, sobre o ex-presidente do Uruguai José Mujica, é a mesma obra que revelou confidências do presidente Lula sobre o mensalão.

Lugo sofreu impeachment por mau desempenho de suas funções a nove meses das eleições presidenciais no Paraguai. O posto passou a ser ocupado pelo vice-presidente, Federico Franco. Faz parte do jogo democrático ter instrumentos para afastar presidentes incompetentes, criminosos ou corruptos. No Paraguai, tudo ocorreu em obediência à Constituição, ainda que as votações no Congresso e no Senado tenham sido muito rápidas. Apenas um deputado e quatro senadores pediram a absolvição de Lugo. No total, 112 parlamentares votaram por "la condena", pela condenação. O prazo para o presidente apresentar sua defesa foi curto, mas não violou as regras para o impeachment.

Argentina e Brasil sustentaram que o processo significava uma "ruptura democrática", apesar de ter ocorrido em conformidade com as leis paraguaias. Para punir o governo interino, os governos dos dois países decidiram expulsar o Paraguai do Mercosul. Mas o uruguaio Mujica era contra a medida. O livro de Danza e Tulbovitz revela como o governo brasileiro o convenceu a mudar de ideia e como a presidente Dilma Rousseff foi fundamental para isso.

O trecho abaixo, contido no livro Uma Ovelha Negra no Poder, foi publicado no semanário Busqueda, do qual Danza, um dos autores da obra, é diretor de redação:

Quando Lugo foi destituído pelo Senado paraguaio e antes que se celebrasse a cúpula do Mercosul para resolver as sanções, uma das pessoas de maior confiança de Mujica recebeu uma chamada de Marco Aurelio García, mão direita de Dilma.

"Dilma quer transmitir uma mensagem muito importante para o presidente Mujica", disse o funcionário brasileiro em uma mistura de português e espanhol.

"Não tem problema, vamos estabelecer uma comunicação entre os dois presidentes", foi a resposta do uruguaio.

"Não, não pode haver comunicação nem por telefone, nem por email. É pessoalmente", argumentou o brasileiro.

Um encontro tão fugaz e repentino entre presidentes levantaria suspeitas, motivo pelo qual o governo brasileiro resolveu enviar um avião a Montevidéu para transportar o emissário de Mujica à residência de Dilma, em Brasília.

Assim foi feito, e quando uruguaio chegou, Dilma estava lhe esperando em seu escritório. A conversa formal sobre questões gerais durou apenas poucos minutos porque não havia muito tempo.

"Vamos ao que interessa", interrompeu Dilma e o emissário tomou uma caderneta e começou a anotar o que a presidente brasileira informava. "Sem anotações", disse ela e fez com que ele rasgasse o papel. "Esta reunião nunca existiu".

Durante a conversa, Dilma mostrou a ele fotos, gravações e informes dos serviços de inteligência brasileiros, venezuelanos e cubanos, que registravam como foi gestado um "golpe de estado" contra Lugo por um grupo de "mafiosos" que, a partir da queda do presidente, assumiram o poder. "O Brasil necessita que o Paraguai fique de fora do Mercosul para, dessa forma, acelerar as eleições no país", concluiu Dilma.

Na semana seguinte, no início do julho de 2012, todos os presidentes do Mercosul votavam, em uma cúpula na cidade argentina de Mendoza, a suspensão do Paraguai.
A Constituição Federal não deixa dúvidas. Em seu artigo 4°, estão previstos os princípios da política internacional brasileira, entre eles a autodeterminação dos povos e a não-intervenção. Esses valores são evocados como um mantra inclusive para justificar a apatia do governo petista frente a violações de direitos humanos em países admirados pelo partido, como Cuba e Venezuela. Se a revelação feita pelo livro estiver correta, Dilma não se sentiu constrangida em usar informações levantadas pelos espiões desses países para intervir numa questão doméstica do Paraguai.
Fonte: http://www.defesanet.com.br
 
 

sábado, 13 de junho de 2015

CONFLITOS RETORNAM COM FORÇA NA UCRÂNIA! VEJA OS VÍDEOS!

Conflitos retornam com força na Ucrânia, ocidente e Rússia acusam um ao outro, veja os vídeos no saladeestado!
Imagens divulgadas nesta sexta-feira (12) mostram rebeldes separatistas e tropas do governo da Ucrânia em confronto perto do aeroporto de Donetsk, no leste do país. Nas imagens é possível ver uma explosão e atiradores disparando de uma barricada.
Oficialmente, a região do leste da Ucrânia está sob cessar-fogo, segundo acordado em fevereiro entre líderes europeus e os rebelstes separatistas em Minsk, capital da Bielorrússia. No entanto, desde então foram registrados combates e mortes.
Nesta quinta, dois soldados ucranianos foram mortos no leste da Ucrânia, e 13 outros ficaram feridos, por separatistas pró-Rússia usando armamento pesado.
Além disso, três civis morreram na noite de quarta-feira durante um ataque com morteiros próximo de Gorlivka, que está em um território de posse dos separatistas ao norte de Donetsk. Estes últimos e os militares culpam uns aos outros pela agressão.
A trégua é vista por todas as partes como a base para se chegar a um acordo de paz no conflito, que irrompeu depois que a Rússia anexou a península ucraniana da Crimeia em março de 2014 e que já matou mais de 6.400 pessoas, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).
Mas os Estados Unidos, seus aliados ocidentais e Kiev acusam a Rússia de não implementar o pacto de Minsk mantendo suas tropas na Ucrânia e armando os rebeldes.
Moscou, que nega envolvimento direto no conflito, abraçou a causa separatista e acusa as forças ucranianas de atacarem posições dos rebeldes em áreas urbanas, o que também seria uma violação do acordo de Minsk.
 
 
 
 
 
 
 
 

CIAGA é mobilizado para Cerimonial à Bandeira


 
Em todas as Organizações Militares da Marinha do Brasil, Estabelecimentos de Terra ou Navios, no Brasil ou no exterior, realiza-se o Cerimonial à Bandeira pela manhã
Um dia incomum despontava no horizonte do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA). Na sexta-feira, dia 29 de maio, não houve reunir obrigatório para os primeiro e segundo anos na hora do café, este que também foi servido mais tarde que o usual, às 0640.
As aulas de 0700 foram substituídas por outro evento. Por determinação do Exmo. Sr. Comandante do CIAGA, CAlte Gilberto Cezar Lourenço, toda a tripulação da OM (Organização Militar) faria parte do Cerimonial à Bandeira.
Às 0720, o Corpo de Alunos, formado por ano escolar, marchava da Alameda Alegrete em direção ao Pátio da Bandeira onde aguardavam o Corpo de Oficiais e toda a Guarnição. Estavam também presentes alunos do Programa Forças no Esporte, desenvolvido pelo Ministério da Defesa, em parceria com os Ministérios do Esporte e Desenvolvimento Social e Combate à Fome. No Rio de Janeiro, o programa contempla, por intermédio do Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), mais de 200 jovens entre 7 e 17 anos, que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
Voltados agora para a varanda do Bloco do Comando, os alunos da EFOMM podiam ver rostos que conheciam do dia a dia na Escola: funcionários da Fundação de Estudos do Mar (FEMAR), professores, militares da reserva ou civis, enquanto o vogal, Ten Leonardo Madela, anunciava a chegada do Comandante e recebia a permissão para iniciar a cerimônia.
É comum aos alunos da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM) participar do Cerimonial à Bandeira, à tarde, quando o Pavilhão Nacional é arriado, na hora do pôr do sol. Da cerimônia das 0800, enquanto estão em aula, só é possível ouvir o soar do apito do Senhor Mestre do CIAGA e o badalar do Sino de Bordo, marcando a hora da ocasião.
Com uma leve chuva começando a cair, o vogal começava a explicar o significado dos símbolos nacionais para os servidores civis e os convidados, como o galhardete “PREP”, que marca o início da cerimônia. A Bandeira do Brasil, representando a República, foi instituída no dia 15 de Novembro de 1989, quando o Cruzeiro do Sul estrelava o céu brasileiro. Junto à constelação, estão os 26 Estados e o Distrito Federal, no círculo azul, atravessado pela faixa com a sentença positivista “ORDEM E PROGRESSO” escrita em verde.
O corneteiro ordenou que o cerimonial voltasse-se para o centro do Pátio da Bandeira, onde o Mastro se encontra. Nas extremidades do Pátio, estão os bustos do Almirante Graça Aranha, patrono do Centro de Instrução, e do Visconde de Mauá, visionário que dedicou sua vida ao futuro do país, o que inclui a Marinha Mercante. Ao ser anunciado “Sinal para a Bandeira”, a PREP é içada rapidamente na verga de bombordo. É então comandado “CIAGA, sentido”. Um minuto depois, é anunciado o “ARRIOU”, quando a PREP é rapidamente arriada na adriça e com o toque do Corneteiro de “APRESENTAR ARMAS”, inicia-se o hasteamento da Bandeira do Brasil.
Enquanto o Pavilhão Nacional era içado, lentamente, em meio de uma leve garoa que – nas palavras do Almirante Lourenço, “benzia” a cerimônia – as sete “vivas” do apito do Senhor Mestre, o soar do Sino de Bordo, junto com o som retumbante dos instrumentos da Banda ecoavam, harmoniosamente, junto com o Hino Nacional, cantado por toda OM.
Naquele momento, as palavras anteriormente pronunciadas pelo Ten. Madela reverberavam na cabeça dos alunos: “Desde a Estação na Antártica, Comandante Ferraz, passando pela Missão das Nações Unidas, no Haiti, até a Força-Tarefa Marítima, no Líbano, realizam o Cerimonial à Bandeira neste mesmo horário”.
Aquele Pátio da Bandeira pareceu muito mais cheio, de repente. Cheio de homens e mulheres, no Brasil e mundo afora, que honram seus antepassados, cultuam seus símbolos e que chegam até nós, várias gerações depois. Um exemplo de patriotismo saudável, cada vez mais escasso nos dias atuais.
Veja aqui as fotos do evento.

Fonte: http://www.jornalpelicano.com.br