Hinos

domingo, 28 de setembro de 2014

Sinkhole engole carro na Crimeia, em via expressa.

Sinkhole surge de repente em rodovia expressa na Crimeia e ‘engole’ carro e seis pessoas morrem.
Um enorme buraco (Sinkhole) se abriu no asfalto de uma rodovia nas proximidades de Simferopol, na península da Crimeia, território anexado neste ano pela Rússia durante os conflitos no leste da Ucrânia, “engolindo” um carro e causou a morte de seis pessoas na noite deste sábado (27), horário de Brasilia. Segundo a mídia local, o buraco tem cerca de oito metros de diâmetro. O carro seguia de Nikolayev para Yevpatoria quando ocorreu o acidente.


 Acidente aconteceu na Crimeia, Rússia, na rodovia expressa entre Nikolayev e Yevpatoria. O buraco tem cerca de oito metros de diâmetro.
 
O acidente aconteceu na estrada entre Simferopol e a aldeia de Nikolaevka na noite de sábado, disse o serviço de imprensa do Ministério das Emergências na Criméia. O carro com oito passageiros caiu no enorme buraco depois que o veículo entrou na parte não iluminada da estrada.
De acordo com os médicos, seis passageiros “receberam ferimentos fatais e perderam a vida.” Entre eles estavam gêmeos de 3 anos de idade e uma menina de 16 anos de idade.
 As equipes de resgate conseguiram salvar um menino de um ano e uma menina com 12 anos de idade. Os relatórios preliminares dos médicos  dizem que o menino tem uma lesão cerebral traumática e ele está em coma, enquanto a menina apresenta múltiplas fraturas pelo corpo. Ambas as crianças estão atualmente recebendo tratamento de emergência.


 Pelo menos 43 pessoas de equipes de resgate e 16 veículos foram envolvidos no esforço de resgate. Os especialistas estão investigando os motivos do acidente e do surgimento tão rápido do enorme buraco no meio da pista da rodovia. Não há indícios de para onde foi toda a terra que sumiu com o surgimento do buraco.



EUA querem engajamento do Brasil contra EI





Três dias depois de a presidente Dilma Rousseff criticar os bombardeios dos EUA contra o Estado Islâmico (EI), a responsável por Américas no Departamento de Estado americano, Roberta Jacobson, disse ter "esperança" de que o Brasil contribua de alguma maneira no combate ao grupo radical. Segundo ela, um país "grande e importante" como o Brasil teria um papel a desempenhar nos esforços liderados por Washington.

Depois de discursar na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na quarta-feira, Dilma deu entrevista na qual sustentou que o ataque ao Estado Islâmico não era o caminho mais eficaz para derrotar a organização. "Vocês acham que bombardear o Isis (como era conhecido o grupo radical, em sua sigla em inglês) resolve o problema? Porque, se resolvesse, acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia", afirmou, defendendo o uso da "diplomacia" para solucionar o conflito.
 Roberta disse ontem (27), em entrevista coletiva, que não tinha informações sobre a apresentação de pedido específico para o Brasil colaborar no combate ao EI. Segundo ela, representantes dos EUA tiveram inúmeros encontros com autoridades de outros países nos últimos três dias em Nova York, durante a Assembleia-Geral da ONU. Mas ressaltou: "Certamente, nós temos esperança de que cada país possa contribuir".

Dilma criticou o ataque ao EI depois de o presidente Barack Obama ter usado seu discurso na ONU para pedir o engajamento de todos os países da organização na luta contra o grupo terrorista.

Ontem (27), Roberta afirmou que o Brasil poderia "ser útil e dar apoio" em atividades como assistência humanitária, combatentes estrangeiros e área financeira. "Ainda temos esperança em relação a isso." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 27 de setembro de 2014

General do Exército: ‘É bom se preparar… o tranco vai ser forte!’





Quem não está na linha de frente, não tem o direito de abrir a boca para cobrar resultados, principalmente se for estrangeiro. Quem não faz parte do processo deve controlar seus ímpetos e ser prudente ao emitir opiniões emocionais.

Não é preciso lembrar nem cobrar das nossas FFAA que tenham a coragem, a dignidade, a honra e o patriotismo de salvar nosso país. Não se deve confundir a eventual “omissão” de três comandantes militares burocratas das Três Forças com os LÍDERES MILITARES DA ATIVA, totalmente invisíveis à mídia e à população. A Sociedade não os conhece. São anônimos. Vivem confinados em suas Bases Militares, comandando suas tropas, treinando seus efetivos, administrando seus poucos recursos e sofrendo tanto ou mais do que cada um de nós, que ama o Brasil.

Os Militares vivem conosco este momento de incerteza nacional e sofrem tanto ou mais do que nós. Para os que não se lembram, Militar tem esposa civil. Tem filhos civis. Têm parentes e amigos civis.

Os nossos Militares ganham pouco. Conhecem a realidade nacional com muito mais precisão do que nós, graças ao Serviço de Inteligência do Exército Brasileiro, que infiltra seus tentáculos em todo e qualquer movimento social.

Temos uma das (poucas) melhores Forças Armadas do Planeta. Somos internacionalmente reconhecidos. Todos os anos, 4 cadetes da Academia West Point – N. Y., USA fazem estágio nas Agulhas Negras, e, 4 cadetes da AMAN, fazem estágio na West Point.

Nossos generais combatentes (O General Enzo é engenheiro e não combatente) são reconhecidos como sendo detentores de notória formação militar pelas FFAA dos USA e Rússia, por exemplos. Nossas Academias (Escola Naval, AFA e AMAN são consideradas ilhas de excelência em ensino militar no Mundo.

Além disso, as FFAA, enquanto instituições, são perenes e transcendem às eventuais ideias contrárias de seus membros não alinhados com o Dever Constitucional. Portanto, não é necessário ofender, gritar, espernear, xingar, tampouco ficar lembrando aos LÍDERES MILITARES (INVISÍVEIS AO OLHO COMUM), suas atribuições, deveres e obrigações.

Em primeiro lugar, militar não suporta ouvir choro. Em segundo lugar, não há mais o que se preparar. A Força sempre está preparada! Tudo é uma questão de tempo e melhor oportunidade. Entretanto, a questão é por demais complexa.

Não estamos falando de se “fechar a boca de fumo da esquina”, estamos falando de uma situação de extrema gravidade que demanda responsabilidade. Uma Guerra Civil pode demorar décadas para ser definida (se o for) e pode destruir uma Nação. Isto não é brincadeira de vídeo-game.

Há dezenas de milhões de vidas humanas em risco. Mesmo assim, o dever constitucional jamais deixará de ser cumprido. Jamais!

O “timing” dos civis” não é igual ao “timing” dos nossos LÍDERES MILITARES INVISÍVEIS DA ATIVA. É bom se prepararem, Amigos, pois o tranco vai ser forte! Quem não acreditar, que comece a orar! Ninguém perderá coisa alguma por esperar.

General de brigada Paulo Chagas

Militar

Via: http://www.epochtimes.com.br/