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quarta-feira, 18 de maio de 2016

PAÍS DESTRUÍDO: VENEZUELANOS PASSAM A "COMER CÃES E GATOS" DURANTE CATÁSTROFE ECONÔMICA


Conforme notícia divulgada hoje pelos veículos de comunicação PanAm Post e World Net Daily, a grave crise econômica da Venezuela está forçando a população a "consumir cães e gatos" como medida desesperada de sobreviência. Os portais também alegam que o caos político e o desastre nos sistemas de abastecimento do país socialista estão fomentando "uma onda de protestos, medidas de racionamento de recursos por parte do Estado e um aumento nos números de homicídios". Antes do agravamento do quadro do país "bolivariano", a Venezuela já era considerada o segundo pior índice de homicídios por grupo de cem mil habitantes, perdendo apenas para El Salvador (segundo relatório de 2015 doObservatorio Venezolano de Violencia - OVV).

De acordo com artigo divulgado pelo site jornalístico World Net Daily, "no que está sendo chamado de 'um apocalipse', a Venezuela está vivenciando uma destruição sem precedentes da atividade econômica e das relações sociais, em decorrência da falta de comida, medicamentos, água, eletricidade e dinheiro. Com poucos recursos disponíveis, uma quantidade grande de cidadãos está se voltando para o crime. Durante a última semana, uma multidão de cinco mil pessoas saqueou um supermercado na cidade de Maracay [capital do estado de Aragua] - o roubo coletivo tirou as vidas de dois venezuelanos".

A reportagem do veículo PanAm Post informa que "de acordo com testemunhos de comerciantes, as filas sem fim para aquisição de comida, pelas quais a vasta maioria da população venezuelana tem sido forçada a passar, não puderam ser organizadas no dia do tumulto que matou duas pessoas. Durante a espera pela chance de comprar os recursos, os indivíduos que aguardavam ficaram cada vez mais ansiosos - pouco depois, começaram a pular os portões do mercado". Entre os produtos roubados estavam quantidades variadas de "farinha, óleo, leite, macarrão e leite em pó. Uma das testemunhas do saque afirmou ao jornal venezuelano El Estímulo que havia cerca de cinco mil pessoas na multidão. Habitantes de todo o estado foram para o estabelecimento, porque havia rumores de que alguns produtos, já indisponíveis na maioria dos mercados, apenas poderiam ser encontrados ali. No meio da confusão, havia 250 pessoas para cada membro da Guarda Nacional Bolivariana [a polícia política da Venezuela], e ao menos um dos oficiais foi espancado, ao tentar conter a massa".


A situação da crise alimentar, conforme os periódicos, está se aproximando da catástrofe humanitária: "Oscar Meza, diretor do Centro de Documentação para Análise Social da Venezuela, afirma que 'os preços estão em tal elevação que é difícil comprar quaquer coisa. As pessoas já não estão comprando pão ou farinha - muitas estão comendo apenas mingau, enquanto observam os preços de itens normalmente tão baratos quando o frango subirem de forma assustadora. As famílias estão sofrendo - o preço de um almoço já chega a 1.500 bolívares. As pessoas levavam comida de casa para o trabalho - isso agora é impossível, porque muitas já não têm alimento em seus lares'. O veículo de comunicação PanAm Post divulgou relatos sobre pessoas 'caçando gatos, cães e outros animais encontrados em áreas urbanas para obtenção de alimento'".

De acordo com o chefe do Estado socialista, Nicolás Maduro, a crise é parte de uma "conspiração dos Estados Unidos contra a Venezuela". De acordo com o sucessor de Hugo Chávez, "Washington está tomando medidas, a pedido da direita fascista venezuelana, que está encantada com o golpe no Brasil. Maduro declarou estado de emergência que lhe dará poderes para realizar "ações necessárias" com o objetivo de proteger o regime de "ameaças estrangeiras".
Fonte: Liberta In Via: http://diariodainsurgencia.blogspot.com.br/

segunda-feira, 16 de maio de 2016

CRISE - Exército teme ‘ações terroristas

O afastamento da presidente Dilma Rousseff pode gerar um período de agitação e ações desestabilizadoras no Brasil. Similar ao que acontece na Argentina onde grupos filiados ao Governo  que agem na desestabilização do Governo Macri

Júlio Ottoboni
Especial DefesaNet

 
A possibilidade concreta de ataques terroristas durante as Olimpíadas, no Rio de Janeiro, é apenas mais uma preocupação para o Exército Brasileiro. Fontes ligadas às Forças Armadas afirmaram à DefesaNet que o clima de tensão se agravou nas últimas horas com a saída de Dilma Rousseff.

O Batalhão de Caçapava, no Vale do Paraíba paulista, está de prontidão há uma semana para possíveis bloqueios e ataques ao longo da Rodovia Presidente Dutra e também expediu um comunicado de alerta para os centros de ‘Tiro de Guerra’ para que reforcem a guarda nos depósitos de armamentos leves.

O alvo desta vez não é o Estado Islâmico ou qualquer ação que venha do Oriente Médio ou dos países ocupados pela Rússia ou Estados Unidos. Mas de grupos irregulares como o colombiano, s Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que já atuou financiada por partidos políticos de esquerda e sindicatos na desocupação pela Polícia Militar de São Paulo da invasão numa área privada sob litígio judicial conhecida como ‘Pinheirinho’, em São José dos Campos, em 2012.

Outro grupo que tem chamado atenção são os de extrema esquerda argentinos “La Campora”, criados pelos Governos Kirchner como elementos de apoio e ataque a adversários. Atualmente trabalham na desestabilização do Governo Mauricio Macri.

Desde o governo Lula, as FARC não são consideradas uma entidade terrorista no Brasil e nem envolvidas com narcotráfico, como já foi declarado pelas autoridades colombianas e dos Estados Unidos. As FARC são consideradas uma organização terrorista pelo governo da Colômbia, dos Estados Unidos, Canadá e pela União Europeia, inclusive já tendo sequestrado e mantido em cativeiros diversos estrangeiros, inclusive brasileiros.

 Os governos do Equador, Bolívia, Brasil, Argentina e Chile não consideram o ‘exército popular’ de vertente marxista-leninista uma entidade terrorista e a reconhecem como legítima. Isso facilitaria em muito o trânsito dos ‘guerrilheiros’ no território do país, inclusive com recentes embates no Acre.

Outras Vertentes

Segundo fontes, a inteligência das Forças Armadas constatou que alas mais radicais do PT e de centrais sindicais, além de movimentos irregulares como o MST e MTST, pretendem recorrer as táticas de ações urbanas para iniciar um movimento nacional de desestabilização do governo de Michel Temer.

Uma das ameaças feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio com o “exército do Stédile” são relativizadas. Mais importante é o surgimento de novos grupos de extrema-esquerda.

Grupos que seguem as tendências “Trotskistas” e “Anarquistas” dentro dos movimentos estudantil. Para isso as ações de “ocupações” de escolas são prioritárias como fator de arregimentação e doutrinação ideológica para estes grupos.

Interessante que estas ações são amplamente apoiadas pela imprensa e estão disseminando-se pelo Brasil.

Um item que atrai a atenção dos militares é a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), criada em 2007 pelo ex-presidente Luiz Inácio. Projeto grandioso cujo campus está em construção. Já está em funcionamento sendo a aluna mais famosa, a venezuelana Daniella Cabello Contreras filha do deputado Diosdado Cabello, homem forte no regime chavista. Ela foi  aprovada em 2016, em ciência política e sociologia.

Como suas instalações estão na área da Itaipu Binacional conseguem escapar ao controle de autoridades brasileiras.

Ações de emboscada  
 
Outro ponto importante são as ações de emboscada com o foco de tornar inviável o trânsito pela principal rodovia do país, a Via Dutra e atuar fortemente nas capitais e nas cidades do eixo Rio-São Paulo com manifestações surpresas e com alto impacto na população. De acordo com os militares ouvidos, o propósito é ‘instaurar o clima de terror e pânico e confundir as polícias e as próprias armadas sobre a autoria das ações’.

As informações estão sendo coletadas pelos setores de inteligência das armadas desde as primeiras ações nas manifestações de 2013, quando surgiram indícios de que parte dos atos de vandalismo apresentavam táticas de guerrilha urbana. Além disto, demonstravam ser ações coordenadas por uma estratégia de levante civil, muito semelhante as ocorridas na Venezuela, Argentina e Bolívia.
 
Com as ameaças dos últimos meses entre blocos de opositores ao governo petista e a militância e setores favoráveis à continuidade do governo, o Exército passou a tomar cautelas até chegar agora ao estado de alerta
Fonte: Defesa Net.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Segurança do Palácio desautorizou Jaques Wagner

Segurança do Paláco desautorizou Jaques Wagner

Felipe Frazão, de Brasília
Na manhã de ontem o governo Dilma, quando as equipes do cerimonial e segurança do Palácio do Planalto instalavam grades e detectores de metal para organizar os espaços onde militantes, jornalistas e autoridades públicas ouviriam o discurso de despedida, o ex-ministro Jaques Wagner (PT) tentou interferir e foi desautorizado pelo comando da guarda militar. Ex-chefe do gabinete pessoal de Dilma, Wagner queria autorizar a entrada de cerca de cem mulheres para abraçar Dilma e levar flores. Segundo um funcionário da Presidência responsável pelo contato com movimentos sociais, Wagner ouviu do novo comandante a seguinte frase: "O senhor já não é mais ministro". De fato, ele havia sido exonerado na véspera pela presidente.
Fonte:Veja/montedo.com