Hinos
domingo, 21 de fevereiro de 2016
sábado, 20 de fevereiro de 2016
UMA ENTIDADE COMPROMETIDA COM O MEIO AMBIENTE E COM A AÇÃO SOCIAL
O GTFA - Grupo Tático de Força Ambiental ou como é conhecido, “Guarda Nacional Ambiental - GNA” foi criado no dia 07 de Agosto de 2011 por voluntários da reserva das forças armadas e por civis preocupados com a preservação do meio ambiente e com a ação social na localidade da Chácara do Céu na Tijuca – RJ. Na época, apesar das dificuldades e dos pouquíssimos recursos, o Capitão Ozeias Cardozo, o Tenente Ícaro e companhia, se dedicaram a árdua e nobre tarefa de socorrer os moradores da região das comunidades do complexo da Tijuca e a combater os constantes incêndios que aconteciam na mata próxima as casas dos moradores daquela região. Foi através desse trabalho voluntário que o GTFA recebeu um reconhecimento especial do Comandante das Operações do Corpo Bombeiros daquela região Tenente Thalles Souza, em reconhecimento pela lisura moral e honrosa do grupamento e pelos serviços prestados aos moradores da região.
O GNA não desenvolve apenas trabalhos na área ambiental, mas também está desenvolvendo serviços em áreas assistenciais, como por exemplo, ação social, saúde, educação, projetos para crianças, jovens, e terceira idade; e ainda mantêm a Associação de Veteranos da Guarda Nacional Ambiental – AVGNA e a Delegacia Internacional de Proteção Ambiental. Todos voltados a integração social e a consciência ambiental. O GNA tem o reconhecimento das Nações Unidas – ONU através do Pacto Global sob o ID 62.031 com quem mantêm parceria.
Sob o lema: “Preservar, Proteger e Servir” aproveitamos para destacar o excelente trabalho de toda Equipe do Comando geral do GNA, e em especial os Comandantes Magnus e Subcomandante Jorge Luiz, que lutam com o apoio de todo Estado Maior para que a Guarda Nacional Ambiental seja o que é hoje, e para que possa se tornar amanhã uma das maiores e mais respeitadas instituições de Busca, Resgate e Salvamento do Brasil.
Fotos: GNA.
Fonte: Gazeta De Imperatriz - O Seu Jornal Online
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Nota do Comando de Operações Navais sobre a matéria ‘Porta-aviões São Paulo terá tripulação reduzida para cortar gastos...
Em relação à matéria publicada em 22 de janeiro pelo sítio “Poder Naval”, intitulada “Porta-aviões ‘São Paulo’ terá tripulação reduzida para cortar gastos” o Comando de Operações Navais esclarece que a decisão de reduzir a tripulação do Navio Aeródromo (NAe) “São Paulo” visa a direcionar para outros navios da Esquadra parte da tripulação que não estará diretamente envolvida nos reparos, a fim de manter o adestramento dessa parcela de pessoal.
É importante destacar que o NAe “São Paulo” permanece como um importante meio estratégico para o cumprimento da missão da Marinha, principalmente no que tange à tarefa básica do Poder Naval referente ao Controle de Área Marítima.
Em decorrência disso, a Alta Administração Naval estabeleceu uma Coordenadoria específica, na estrutura da Diretoria-Geral do Material da Marinha, a fim de conduzir a avaliação da modernização do Navio, que envolve, principalmente, estudos relativos a novos arranjos de sua propulsão, bem como, a necessária inspeção técnica do estado do seu casco, esta já realizada em 2015. Tal avaliação exige um trabalho minucioso, que demandará um tempo compatível com a sua complexidade para ser concluído e alcançar os resultados esperados, durante o qual, o NAe permanecerá ativo, porém sem operar, realizando apenas as tarefas de manutenção rotineiras.
O tempo necessário para o retorno do NAe “São Paulo” à plena atividade operativa dependerá, obviamente, das diversas metas que serão apontadas pela avaliação, a cargo da citada Coordenadoria, bem como, da disponibilidade de recursos orçamentários alocados à Marinha, a partir dos próximos anos, a qual será determinante para garantir a execução do projeto de modernização.
Tão logo o Navio recupere a sua condição operativa, será restabelecida a lotação de pessoal necessária à sua plena operação.
Por fim, a Marinha reitera o interesse na garantia da segurança e da manutenção do NAe “São Paulo”, almejando a breve retomada de sua total capacidade de operação.
Informo, ainda, que a divulgação da redução da tripulação do NAe “São Paulo” para a imprensa ocorreu de forma não compatível com as Normas e Regulamentos da MB, fato que será apurado por meio de procedimentos administrativos. Fonte:www.naval.com.br





