Hinos

sábado, 30 de maio de 2015

PRIMEIRO-MINISTRO TURCO: “VAMOS MARCHAR PARA LIBERTAR JERUSALÉM”



De acordo com um relatório publicado pela dissidente palestino Walid Shoebat, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, eo primeiro-ministro turco Ahmet Davutoglu falou durante a cerimônia de inauguração do aeroporto 55 do país na província de Hakkari. O aeroporto é nomeado o Selahaddin Eyyubi Airport após Saladin da dinastia Ayyubi, o governante muçulmano de origem curda que conquistou Jerusalém e foi um grande inimigo dos cruzados cristãos especialmente Ricardo Coração de Leão. Durante a cerimônia, os dois líderes turcos falou de seu desejo de conquistar Jerusalém e para restabelecer o Império Otomano.

"Pela vontade de Deus, Jerusalém pertence aos curdos, turcos, árabes, e para todos os muçulmanos", declarou Davutoglu.

"E como os nossos antepassados ​​lutaram lado a lado em Gallipoli e assim como nossos antepassados ​​foram juntos para libertar Jerusalém com Saladino, vamos marchar sobre o mesmo caminho para libertar Jerusalém. O governo turco não diferencia de leste a oeste. Temos a intenção de reunir todas as regiões de nossas nações e vamos trazer estas regiões de volta juntos. 

"O discurso de Erdogan foi ainda mais grandioso. Ele proclamou ser a reencarnação de Saladino, que vai chutar a quem ele percebe ser os cruzados modernos de Jerusalém, unindo o mundo muçulmano por trás dele por insinuando o restabelecimento do Império Otomano: "Estou certo de que o grande comandante Saladino está reunindo todos os povos do Oriente Médio em um exército que derrotou os cruzados. Saladino está testemunhando o que estamos fazendo aqui espiritualmente. Eu estava em sua presença espiritual e dirijo-me dele aqui em Hakkari com os homens poderosos, seja oriental, sul-oriental, Anatolian valente corajoso na velha Turquia."
"Jerusalém é para os muçulmanos e não para Israel", acrescentou Erdogan. "Por que deveríamos continuar a ser amigos com aqueles que pisou suas botas no Monte do Templo? Eles insistem que temos de ser amigos? Eu digo, não vamos "Erdogan prometeu seguir os passos de Saladin". Todos eles prometem que você O Saladino, se você uniu os irmãos no Oriente Médio, assim como nós. Saladino disse "Jerusalém não é para os cruzados". Saladino testemunhei isso. Allah testemunhas disso. Um povo, uma bandeira, uma nação e um Estado! "
Fonte:http://www.libertar.in
Via: http://www.jerusalemonline.com/news/middle-east/israel-and-the-middle-east/turkish-prime-minister-we-will-march-to-liberate-jerusalem-13709

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Transpetro: Rumores indicam negociação com grupo egípicio


piramide-de-queops
Com a política de vender o que for possível para engordar o caixa, estatal começa conversas com grupo do bilionário egípcio Mohamed Al Fayed.
A Petrobras iniciou conversas com o grupo do bilionário egípcio Mohamed Al Fayed – ex- dono da loja de departamento de luxo Harrods – para negociar a Transpetro, uma das subsidiárias da estatal.
Não se sabe se a Petrobras quer vender o controle da Transpetro ou apenas uma fatia menor. De qualquer forma, a intenção é se desfazer de patrimônio para engordar o caixa da empresa, que atravessa a pior crise de sua história.
O grupo de Fayed também mostra interesse em realizar investimentos no Pré-Sal e em polidutos. Não há prazo para o final das negociações.
Fonte: Época/http://portalmaritimo.com

terça-feira, 26 de maio de 2015

Maré: sargentos das Forças Especiais são feridos em tiroteio com traficantes

Militares das Forças Especiais são feridos no Rio
Unidade de elite foi atacada por traficantes no Complexo da Maré, que ainda feriram um terceiro soldado. 
Vídeo mostra ataque que deixou dois feridos
Movimentação de policiais militares e de soldados do Exército em comunidades do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro
Movimentação de policiais militares e de soldados do Exército em comunidades do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro(Gustavo Oliveira/Folhapress)
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro
Criado em 1983, em Goiás, o 1º Batalhão de Forças Especiais é considerado a unidade de elite do Exército Brasileiro. O treinamento, um dos mais difíceis do país, capacita o soldado que se aventura a quase todo o tipo de missão, desde o planejamento e execução de ações de contraterrorismo, contraguerrilha, fuga e evasão, resistência física e psicológica. Se o Brasil entrar em guerra com alguma outra nação do planeta, os FEs, como são conhecidos, serão os responsáveis pelos reconhecimentos estratégicos e os primeiros ataques ao inimigo. Esta apresentação dá uma dimensão do tamanho do problema em que a ocupação do Complexo da Maré se transformou, na porta de entrada do Rio de Janeiro. Na noite do último dia 17 de maio, dois desses "supersoldados" foram feridos em confrontos com traficantes que, após mais de um ano de ocupação, continuam a mandar no território.
De acordo com a assessoria da Força de Pacificação, além dos dois sargentos FEs, um terceiro militar de outra unidade do Exército também ficou ferido. "Foram ferimentos leves e receberam atendimento médico imediato", informam, sem detalhes mais aprofundados de cada caso. O fato é que desde 5 de abril de 2014, quando mais de 3 000 homens das Forças Armadas ocuparam a Maré - atendendo a um pedido de socorro do então governador Sérgio Cabral -, pelo menos 23 militares foram baleados e um deles, o cabo da Brigada Paraquedista, Michel Mikami, de 21 anos, morreu.
A pouco mais de um mês do término da missão, prevista para 30 de junho, os militares, informalmente, admitem o temor de que outras baixas possam arranhar ainda mais a imagem do Exército: "Se até a nossa tropa de elite é atacada desse jeito, está claro que muita coisa deu errado", afirma um oficial do Comando Militar do Leste, que pede para não ser identificado.
Um novo vídeo postado nas redes sociais também mostra um pouco mais da ousadia dos criminosos. No dia 21 de janeiro deste ano, um comboio com cerca de 40 homens percorria as ruas da Favela Vila dos Pinheiros, quando foi atacado. Na ocasião, dois militares se feriram. As imagens mostram um confronto de mais de dois minutos ininterruptos. Depois de tantos tiros de fuzil, um militar grita: "Para de atirar!", no que é prontamente atendido.
Os bandidos, no entanto, continuam a atacar. E os militares voltam a responder os tiros. E um deles diz: "Não queria ação? Taí ação".
No mês passado VEJA mostrou as relações promíscuas de alguns militares com traficantes, chegando a avisar os bandidos de uma operação que seria realizada pela Polícia Civil em junho do ano passado. Com o vazamento, os bandidos do Morro do Timbau retiraram todo o arsenal que estava escondido ali e levaram para outra parte da Maré. Essa relação, no entanto, não foi a tônica da ocupação: "Muita gente passou a se omitir mesmo para não morrer. Essa guerra não é nossa", diz um cabo, que foi atacado várias vezes. Numa única semana durante a missão, a Força de Pacificação chegou a se envolver em 80 confrontos diferentes.
Fontehttp://montedo.blogspot.com.br/