Hinos

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Estado Islâmico: 'Nós atacaremos Nova York em breve’

Com decapitações  em Oklahoma, e as nossas fronteiras meridionais sendo propositadamente deixada abandonadas, é lógico que Nova York deve estar esperandooutro ataque terrorista brutal e que Obama vai seguramente permitir que aconteça em seu governo.

Um terrorista do Estado Islâmico disse sem rodeios ao periódico VICE News que seu grupo vai atacar Nova York a qualquer momento e que seus radicalizados "irmãos" estão se mobilizando neste momento.

No vídeo, Farah Shirdon - também chamado de Abu Osama Somáli - disse: "Vamos fazer alguns ataques em New York em breve", informou VICE News. "Um monte de irmãos lá estão se mobilizando agora. Mobilizando ... para um ataque brilhante, meu amigo. "

Mr. Shirdon é um cidadão canadense, que foi para o Iraque para lutar com o Estado Islâmico. Em um vídeo diferente que foi lançado anteriormente, ele é visto queimandoseu passaporte e prometendo causar estragos nos Estados Unidos e no Canadá.

Mr. Shirdon também tinha uma mensagem para o presidente Obama: "Eu espero queBarack Obama ouça esta mensagem. Eu juro que você infiel, eu juro por Allah Todo-Poderoso, vamos lutar com você até o fim. "

Ele também fez um par de outros pontos, dizendo que ele sabia que "milhares emilhares" de pessoas no Ocidente estão "prontos agora" à guerra, e que o Estado islâmico pode parar seu terror, se primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu for "crucificado por seus crimes de guerra " .


Fonte: http://www.nowtheendbegins.com/blog/?p=26804

Estado Islâmico e a Sharia nas ruas de Londres: Eles estão crescendo com grande ousadia.

Uma bandeira preta com escrita branca árabe, semelhantes aos pilotado por grupos jihadistas, estava na entrada ao leste de Londres num conjunto habitacional perto de Canary Wharf.

Em um gesto altamente provocativo, o emblema foi plantada em cima dos portões da propriedade Will Crooks em Poplar High Street, e está rodeado por bandeiras da Palestina e slogans.

A bandeira traz escrita semelhante às bandeiras jihadistas que foram transportados pelo grupo extremista no Iraque e outros grupos jihadistas desde os anos 1990. Quando a propriedade foi abordado ontem à noite, um grupo de cerca de 20 jovens asiáticos xingou jornalistas do Guardian e disse-lhes para deixar a área imediatamente. Um jovem ameaçou esmagar uma câmera.

Quando um transeunte tentou tirar uma foto da bandeira em um telefone, uma das gangues perguntou se ele era judeu. O transeunte respondeu: “Faria alguma diferença?” O jovem disse: “. Sim, porra seria” Perguntado se a bandeira era uma bandeira Isis, um homem local, disse: “É apenas a bandeira de Alá.” Mas outra homem perguntou: “Então, o que se é?”

Um homem local disse que a bandeira tem sido há vários dias.”As pessoas estavam tirando fotos de ontem à noite”, disse ele.Um porta-voz da Polícia Metropolitana disse na quinta-feira que havia recebido queixas sobre bandeiras ofensivas na área de Tower Hamlets. O governo holandês proibiu a exibição pública da bandeira Isis, mas não é ilegal no Reino Unido.
Via: The Guardian

domingo, 28 de setembro de 2014

A Farsa do Estado Islãmico

QUEM SÃO OS MILITARES INTEGRANTES DO EI-EMIRADO ISLÂMICO?
Enquanto a opinião pública ocidental é inundada com informação sobre a constituição de uma pretensa coligação internacional para lutar contra o «Emirado islâmico», este muda discretamente de forma.
Os seus principais oficiais já não são, mais, árabes, mas sim Georgianos e Chineses e europeus provavelmente. Para Thierry Meyssan, esta mutação mostra que, a termo, a Otan prentende utilizar o «Emirado islâmico» na Rússia e na China mais tarde. Portanto estes dois países devem intervir, agora, contra os jihadistas, antes que eles voltem para semear o caos em seus países de origem.

Quem são os combatentes que compõe o «Emirado islâmico»?
| BEIRUTE (LÍBANO)


Em outubro de 2007, o exército dos E.U.A. capturou em Sinjar perto de 606 fichas de membros estrangeiros desta organização. Elas foram depuradas e estudadas por peritos da Academia militar de West Point.
Não obstante, alguns dias depois desta apreensão, o emir Abu Bakr al-Baghdadi declarou que a sua organização só incluia 200 combatentes e que eles eram todos Iraquianos. Esta mentira é comparável à das outras organizações terroristas na Síria que declaram não contar senão ocasionalmente com estrangeiros, enquanto o Exército árabe sírio avalia em, pelo menos, em 250 mil o número de jihadistas estrangeiros (mercenários pagos e muito bem armados pelo ocidente) que terão combatido na Síria durante os últimos três anos.
Porém, agora, o califa Ibrahim (novo nome do emir al-Baghdadi) reivindica que a organização dele é amplamente formada por estrangeiros, que o território sírio não é mais para os Sírios e o território iraquiano não é mais para os Iraquianos, mas, sim, que serão para os seus “jihadistas”.

 Acima: Militante do EI, Tarkhan Batirashvili, sargento das informações militares da Geórgia, tornou-se um dos principais chefes do «Emirado islâmico», agora sob o nome de Abou Omar al-Shishani.

{n.t.- O termo árabe para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante é DAESH, um acrônimo de: al- D awla  um l-Islamiya al-Iraq Al- Sh am. Daesh é um acrônimo livre para se referir ao grupo, mas, além disso, o grupo terrorista odeia o nome.
Ele é considerado um insulto, porque soa como o árabe “Daes”, que significa “aquele que esmaga algo sob os pés”, bem como “Dahes”, que significa “aquele que semeia discórdia”. Desta forma é como os civis árabes e os inimigos dos mercenários se referem ao grupo terrorista e o grupo não gosta desse nome.”}


Segundo as fichas apanhadas em Sinjar, 41% dos terroristas estrangeiros membros do «Emirado islâmico no Iraque» eram de nacionalidade saudita, 18,8% eram Líbios, e apenas 8,2% eram Sírios. Se relacionarmos estes números com a população de cada um dos países em questão, a população líbia forneceu, proporcionalmente 2 vezes mais combatentes que a da Arábia saudita e 5 vezes mais que a da Síria.
Em relação aos jihadistas sírios, a sua origem era dispersa pelo país, mas 34,3% provinham da cidade de Deir ez-Zor que, depois da retirada do «Emirado islâmico» de Raqqa, se tornou na capital do Califado.
Na Síria, Deir ez-Zor tem a particularidade de ser povoada, maioritariamente, por árabes sunitas organizados em tribos, e por minorias curda e armênia. Ora, até ao presente, os Estados Unidos não conseguiram destruir senão Governos como o do Afeganistão, do Iraque, e da Líbia, quer dizer países onde a população está organizada em tribos.

Pelo contrário, eles falharam por todo lado onde isto não se passava. Deste ponto de vista, Deir ez-Zor, em particular, e o nordeste da Síria em geral, poderão, pois, ser potencialmente conquistados, mas não o resto do país, como se vê desde há três anos.
Desde há duas semanas uma purga atinge os oficiais magrebinos. Assim, os Tunisinos que capturaram o aeroporto militar de Raqqa, a 25 de agosto, foram detidos por desobediência, julgados e executados pelos seus superiores. O «Emirado islâmico» pretende colocar os seus combatentes árabes no devido lugar e promover oficiais tchetchenos, gentilmente fornecidos pelos serviços secretos georgianos.
Uma outra categoria de jihadista fez a sua aparição: os chineses. Desde junho, os Estados Unidos e a Turquia transportaram centenas de combatentes chineses, e suas famílias, para o nordeste da Síria. Alguns dentre eles tornaram-se imediatamente oficiais do Emirado Islãmico. Trata-se sobretudo de chineses da etnia rebelde dos Uígures, da China, mas que são muçulmanos sunitas.

 Acima, chineses lutando como “jihadistas, “Abou Anisah al-Khazakhi, primeiro jihadista chinês do «Emirado islâmico», morto em combate, (no centro da foto), não era Uígur mas sim um Cazaque.

Torna-se claro, desde logo que, a termo, o «Emirado islâmico» estenderá as suas actividades à Rússia e à China mais tarde, e que estes dois países serão os seus alvos finais.
Iremos seguramente assistir a uma nova operação de propaganda da Otan: a sua aviação expulsará os jihadistas para fora do Iraque, e deixará que se instalem em Deir ez-Zor. A CIA (como sempre) fornecerá o dinheiro, armamento, munições e as informações aos «revolucionários sírios moderados» (sic) do ESL (Exército sírio livre -ndT), que mudarão então de casaca e a utilizarão sob a bandeira do «Emirado islâmico», como tem sido o caso desde maio de 2013.
À época, o senador John McCain veio ilegalmente à Síria (representando os interesses dos EUA) encontrar-se com o estado-maior do ESL. De acordo com a fotografia difundida (mais abaixo), então, para atestar a reunião, este estado-maior incluía um certo Abu Youssef (ou Ibraim al-Badri -ndT), oficialmente procurado pelo departamento de Estado dos E.U.A., sob o nome de Abu Du’a, na realidade o atual califa Ibrahim. Assim, o mesmo homem era— simultaneamente— um chefe moderado no seio do ESL e um chefe extremista no seio do «Emirado Islâmico».

Munidos com esta informação poderemos avaliar, pelo seu verdadeiro significado, o documento apresentado ao Conselho de Segurança da ONU, a 14 de Julho, pelo embaixador sírio Bashar Jaafari. Trata-se de uma carta do comandante-em-chefe dos rebeldes ESL, Salim Idriss, datada de 17 de janeiro de 2014. Nela pode ler-se:
“Informo-vos, pela presente, que as munições enviadas pelo estado-maior aos dirigentes dos conselhos militares revolucionários da região Leste devem ser distribuídos, de acordo com o que foi acordado, por dois terços aos comandantes de guerra da Frente el-Nosra, o terço restante devendo ser repartido entre os militares e os elementos revolucionários para a luta contra os bandos do EIIL (Exército islâmico do Iraque e do Levante-ndT). Agradecemos-vos que nos enviem o comprovativo de entrega de todas as munições, especificando as quantidades, e a qualidade, devidamente assinados pelos dirigentes e pelos chefes de guerra em pessoa, afim de que possamos encaminhá-los para os parceiros turcos e franceses”.
Por outras palavras, duas potências da Otan (Turquia e França) entregaram munições, na quantidade de dois terços, à Frente Al-Nosra (classificado como membro terrorista da al-Qaeda pelo próprio Conselho de Segurança da ONU) e, de um terço, ao ESL para que este combata contra o «Emirado Islâmico», cujo chefe é um dos seus oficiais superiores. Na verdade, o ESL desapareceu no terreno (de operações-ndT) e as munições foram, portanto, em dois terços enviadas à al-Qaeda e um por um terço ao «Emirado Islâmico».
  John McCain em reunião com o estado-maior do exército sírio livre. No primeiro plano à esquerda, Ibrahim al-Badri (agora Abu Bakr al-Baghdadi ), com quem o senador está a iniciar a conversa. Logo em seguida, o brigadeiro- general Salim Idriss (de óculos). 

Graças a este embrulho de dupla mascara, a OTAN poderá continuar a lançar as suas hordas de jihadistas (mercenários) contra a Síria, enquanto vai, ao mesmo tempo, fingindo assim combatê-los.
No entanto, quando a OTAN tiver instalado o caos por todo o mundo árabe, inclusive no seu aliado saudita, ela irá virar o «Emirado Islâmico» contra as duas grandes potências em desenvolvimento, a RÚSSIA e a CHINA. Por isso estas duas potências deveriam intervir desde já e exterminar, no ninho, o exército privado que a OTAN está em vias de fabricar e de treinar no mundo árabe. Caso contrário, Moscou e Pequim, terão, em breve, de os enfrentar no seu próprio solo .
 
                          Fontehttp://www.voltairenet.org/