Hinos

domingo, 28 de setembro de 2014

Ucrânia: EUA “confiscou” as reservas de ouro do pais


As Reservas totais de ouro da Ucrânia foram “evacuadas” para os EUA secretamente  ainda no começo do mês de Março.
Sorrateiramente, às 2 horas da manhã [do dia 7 de Março] um avião de  transporte  de cargas não identificado estava na pista do Boryspil International Airport em Kiev.
Segundo a equipe do aeroporto, antes da vinda do avião chegaram ao local quatro caminhões e dois miniônibus Volkwagen, todos eles sem matrícula de identificação…

 UCRÂNIA: Despojos de guerra (eufemismo para roubo) na mudança de regime

Um site russo de notícias na internet, o Iskra (Fagulha) com base na cidade de Zaporozhye, na Ucrânia do Leste, informou em 7 de Março que:
“as reservas de ouro da Ucrânia haviam sido apressadamente transportadas por via aérea para os Estados Unidos embarcadas a partir do Aeroporto de Borispol, a Leste de Kiev”.


Esta alegada remoção aérea e confisco das reservas em ouro físico da Ucrânia pelo New York Federal Reserve não foi confirmada pelos meios de imprensa ocidentais. Segundo o Iskra News :
Às 2 horas da manhã [do dia 7 de Março] um avião de  transporte  de  cargas     não identificado estava na pista do Aeroporto de Boryspil International Airport em Kiev. Segundo a equipe do aeroporto, antes da vinda do avião chegaram ao local quatro caminhões e dois miniônibus Volkwagen, todos eles sem matrícula de identificação.
Quinze pessoas com uniformes negros, usando máscaras e armadura corporal saíram, alguns pesadamente armados com metralhadoras. Eles carregaram o avião com mais de 40 pesadas caixas.
Depois disso chegou um homem misterioso que entrou no avião. Todo o carregamento foi feito às pressas. O avião decolou numa condição em base de emergência (emergency basis). 
Aqueles que assistiram esta misteriosa operação especial imediatamente notificaram os responsáveis do aeroporto, os quais lhes disseram para não se meterem nos assuntos dos outros.
Posteriormente um telefonema de resposta de um alto responsável do antigo Ministério das Receitas Fiscais informou naquela noite que, por ordens de um dos “novos líderes” da Ucrânia, os Estados Unidos haviam tomado a custódia de todas as reservas em ouro da Ucrânia. iskra-news.info. Zaporozhye, Ukraine, March 7, 2014, traduzido do russo pelo Gold Anti-Trust Action Committee Inc (GATA) , ênfase acrescentada)

A seguir a esta revelação, o secretário tesoureiro do GATA, Chris Powell, requereu ao New York Federal Reserve e ao Departamento de Estado dos EUA para que indicassem se o NY Fed havia “tomado em custódia” todo ouro da Ucrânia.
Um porta-voz do New York Fed disse simplesmente: “Qualquer indagação a respeito do ouro deveria ser dirigida ao possuidor da conta. Você pode contactar o Banco Nacional da Ucrânia para discutir esta informação”.
Uma indagação semelhante do GATA, na noite passada, ao Departamento de Estado dos EUA ainda não teve qualquer resposta.
Na noite passada o GATA chamou a atenção sobre este assunto a cerca de 30 jornalistas financeiros e redatores de newsletters “principais”(mainstream) na esperança bizarra de que pudessem também questionar a respeito.
1) A primeira regra do jornalismo financeiro “de referência” e particularmente do jornalismo financeiro acerca de ouro é nunca apresentar uma pergunta específica acerca do metal monetário a qualquer dos participantes primários no mercado do ouro, os bancos centrais. Ou seja, quase toda a informação sobre o mercado do ouro é, intencionalmente, na melhor das hipóteses distração irrelevante e na pior pura desinformação.
2) A verdadeira localização e disposição das reservas nacionais em ouro são segredos muito mais sensíveis do que a localização e disposição de armas nucleares. Chris Powell, Secretary/Treasurer
Gold Anti-Trust Action Committee Inc.
Apesar da informação não confirmada sobre às reservas de ouro da Ucrânia não ter sido objeto de cobertura pelos noticiários financeiros “de referência”, a história no entanto foi levantada pelo Shanghai Metals Market, em Metal.com, o qual declara, citando uma informação do governo ucraniano, que as reservas em ouro da Ucrânia haviam sido “removidas num avião … de Kiev para os Estados Unidos… em cerca de 40 caixas seladas” carregadas numa aeronave não identificada.

A fonte não confirmada citada pelo Metal.com diz que a operação de remoção aérea do ouro da Ucrânia foi ordenada pelo primeiro-ministro “interino” Arseny Yatsenyuk tendo em vista manter seguras no NY Fed as reservas em ouro da Ucrânia, prevenindo uma possível invasão russa a qual levaria ao confisco das mesmas.
No dia 10 de Março, o kingworldnews , um importante blog financeiro online publicou uma entrevista incisiva de William Kaye, administrador do hedge fund Pacific Group Ltd., com sede em Hong Kong, o qual anteriormente trabalhou para a Goldman Sachs em fusões e aquisições relatando o fato da transferência de todo o ouro da Ucrânia para os EUA.

Mesmo o Bundesbank admitiu que o ouro que lhes fora enviado pelo New York Fed tinha de ser fundido e testado quanto à pureza porque não eram as barras originais da Alemanha. Se isso é assim, uma vez que exigências logísticas supostamente são uma questão tão impeditivas, como é que num simples voo, assumindo que esta informação é correta, todo o ouro que a Ucrânia possuía no seu cofre foi retirado do país e entregue ao New York Fed? (n.t. Parece que ouro quando é para ser levado para os EUA não existe nenhum impedimento logístico!!)
Penso que qualquer um com massa cinzenta ativa sabe que tal como a Alemanha, a Ucrânia terá de esperar um tempo muito longo e provavelmente nunca MAIS verá aquele ouro outra vez . Significa que o ouro se foi, PARA NUNCA MAIS VOLTAR”. ( KingsWorldNews , March 10, 2014, ênfase acrescentada)


Ver no site oficial do Banco Nacional da Ucrânia sobre a omissão da informação quanto as suas reservas em ouro físico: www.bank.gov.ua/control/en/index

 

Sinkhole engole carro na Crimeia, em via expressa.

Sinkhole surge de repente em rodovia expressa na Crimeia e ‘engole’ carro e seis pessoas morrem.
Um enorme buraco (Sinkhole) se abriu no asfalto de uma rodovia nas proximidades de Simferopol, na península da Crimeia, território anexado neste ano pela Rússia durante os conflitos no leste da Ucrânia, “engolindo” um carro e causou a morte de seis pessoas na noite deste sábado (27), horário de Brasilia. Segundo a mídia local, o buraco tem cerca de oito metros de diâmetro. O carro seguia de Nikolayev para Yevpatoria quando ocorreu o acidente.


 Acidente aconteceu na Crimeia, Rússia, na rodovia expressa entre Nikolayev e Yevpatoria. O buraco tem cerca de oito metros de diâmetro.
 
O acidente aconteceu na estrada entre Simferopol e a aldeia de Nikolaevka na noite de sábado, disse o serviço de imprensa do Ministério das Emergências na Criméia. O carro com oito passageiros caiu no enorme buraco depois que o veículo entrou na parte não iluminada da estrada.
De acordo com os médicos, seis passageiros “receberam ferimentos fatais e perderam a vida.” Entre eles estavam gêmeos de 3 anos de idade e uma menina de 16 anos de idade.
 As equipes de resgate conseguiram salvar um menino de um ano e uma menina com 12 anos de idade. Os relatórios preliminares dos médicos  dizem que o menino tem uma lesão cerebral traumática e ele está em coma, enquanto a menina apresenta múltiplas fraturas pelo corpo. Ambas as crianças estão atualmente recebendo tratamento de emergência.


 Pelo menos 43 pessoas de equipes de resgate e 16 veículos foram envolvidos no esforço de resgate. Os especialistas estão investigando os motivos do acidente e do surgimento tão rápido do enorme buraco no meio da pista da rodovia. Não há indícios de para onde foi toda a terra que sumiu com o surgimento do buraco.



EUA querem engajamento do Brasil contra EI





Três dias depois de a presidente Dilma Rousseff criticar os bombardeios dos EUA contra o Estado Islâmico (EI), a responsável por Américas no Departamento de Estado americano, Roberta Jacobson, disse ter "esperança" de que o Brasil contribua de alguma maneira no combate ao grupo radical. Segundo ela, um país "grande e importante" como o Brasil teria um papel a desempenhar nos esforços liderados por Washington.

Depois de discursar na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na quarta-feira, Dilma deu entrevista na qual sustentou que o ataque ao Estado Islâmico não era o caminho mais eficaz para derrotar a organização. "Vocês acham que bombardear o Isis (como era conhecido o grupo radical, em sua sigla em inglês) resolve o problema? Porque, se resolvesse, acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia", afirmou, defendendo o uso da "diplomacia" para solucionar o conflito.
 Roberta disse ontem (27), em entrevista coletiva, que não tinha informações sobre a apresentação de pedido específico para o Brasil colaborar no combate ao EI. Segundo ela, representantes dos EUA tiveram inúmeros encontros com autoridades de outros países nos últimos três dias em Nova York, durante a Assembleia-Geral da ONU. Mas ressaltou: "Certamente, nós temos esperança de que cada país possa contribuir".

Dilma criticou o ataque ao EI depois de o presidente Barack Obama ter usado seu discurso na ONU para pedir o engajamento de todos os países da organização na luta contra o grupo terrorista.

Ontem (27), Roberta afirmou que o Brasil poderia "ser útil e dar apoio" em atividades como assistência humanitária, combatentes estrangeiros e área financeira. "Ainda temos esperança em relação a isso." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.