Hinos

sexta-feira, 2 de março de 2018

EXCLUSIVO: o ‘Ocean’ deve passar a se chamar ‘Pernambuco


Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval
O nome mais cotado, na Marinha do Brasil (MB), para rebatizar o porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean, comprado pela Força à Marinha do Reino Unido, é Pernambuco – estado natal do atual ministro da Defesa, Raul Jungmann.
A opção pela unidade da Federação onde Jungmann nasceu divide almirantes e oficiais superiores da corporação.
Uns acham natural que o nome dos navios homenageie o ministro de Estado que ajudou a compra-los. Outros acham que a MB não deve se deixar tolher pela necessidade de batizar seus navios capitais com o nome do ministro da Defesa.
Em 2015, a gestão que apenas iniciava do atual Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, batizou o navio-doca francês Siroco com o nome de Bahia, estado que o então titular da Pasta da Defesa, Jacques Wagner (carioca de nascimento), havia comandado como governador entre os anos de 2007 e 2014.
A escolha para o porta-helicópteros da Royal Navy (RN) ainda não foi feita.
Sábado passado (10.02), durante um almoço no Clube Piraquê, no Rio de Janeiro, o almirante Leal Ferreira só admitiu para amigos que havia “uma corrente” dentro da Força defendendo o nome Pernambuco.
A Marinha Real Britânica divulgou, para a imprensa de seu país, uma pequena alteração no cronograma de descomissionamento do HMS Ocean. A cerimônia de desativação do navio foi antecipada de 31 para 27 de março (uma terça-feira).
Uma fonte do Poder Naval que acompanha de perto a transferência do porta-helicópteros para o Brasil informa que a antecipação resulta de um acordo entre a MB e a RN.
Segundo a fonte, isso permitirá que o PMG do navio tenha início, na Inglaterra, um pouco antes do inicialmente previsto.

Histórico – Caso receba mesmo o nome de Pernambuco, o porta-helicópteros será o quarto navio da MB a ostentar essa denominação.
O primeiro foi o monitor fluvial Pernambuco, de 650 toneladas e torre couraçada na proa que exibia dois canhões L/45, de 4,7 polegadas (120 mm), construído no velho Arsenal.
Incorporado em 1910 ele foi designado para a Flotilha de Mato Grosso, em Ladário. Entre os seus comandantes esteve o almirante Jorge Dodsworth Martins, que, em outubro de 1945, assumiu, por quase um ano, o cargo de ministro da Marinha.
A 20 de julho de 1961 a MB comissionou o contratorpedeiro Classe Fletcher Pernambuco (D30), navio construído nos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial.
Entre os seus comandantes estiveram os almirantes Thelmo Dutra de Rezende, que chefiou o Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo e foi controlador da Área Marítima do Atlântico Sul, e Otavio Aché Pillar, nomeado, em fevereiro de 1979, Comandante da Força de Submarinos.
O último Pernambuco, foi outro contratorpedeiro adquirido pela Marinha do Brasil aos estoques da US Navy: um navio da classe Garcia que, incorporado a 25 de setembro de 1989, foi mantido na ativa até março de 2004.

FONTE: Poder Naval

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Vidas perdidas...


Vidas perdidas...
Absurdos acontecem todos os dias, estampados nos meios midiáticos, com a bestial banalização da vida humana.
Um povo sem rumo, governado por eleitos mais despudorados ainda, caminha a passos largos para o seu inequívoco caos.
E as elites hipócritas ainda conservam alguma ilusão de que estão protegidas em seus castelos de papel.
Saiba que, ainda que não admita, você é parte desse jogo voraz, não apenas mero telespectador.
Então o que fazer, se a próxima vítima pode ser você?
Por Mauro Rogério
https://www.facebook.com/df.maurorogerio

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Operação Formosa 2016 adestra Fuzileiros Navais no Centro Oeste brasileiro (AVCFN)

COM A PARTICIPAÇÃO DA AVCFN..Saímos daqui do Rio(Tropa de Reforço), passamos pelo CEFAN, FFE e aí seguimos para Formosa...Saida da Tropa às 11:30, saida da FFE às 13:30.dia 12/10 e retornamos as 08:00 do dia 18/10 chegando a Tropa de Reforço às 06:30 do dia 19/10



Formosa (GO), 17/10/2016 – Sob sol forte e em pleno cerrado brasileiro 2,4 mil fuzileiros navais vindos do Rio de Janeiro estão em operação real de guerra. São exercícios que têm por objetivo preparar o militar da Marinha do Brasil para situações das mais corriqueiras às mais extremas. E, para acompanhar parte deste treinamento, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e oficiais generais da Força Naval e observadores estrangeiros estiveram nesta segunda-feira (17), na Fazenda Bonsucesso, um campo de treino do Exército situado a quase 100 quilômetros do centro de Brasília.
Após assistir exercícios de ataque e defesa, desembarque de tropas e emprego de robô para desarme de explosivo, o ministro Jungmann destacou que os fuzileiros navais constituem “a linha de frente composta por estes bravos profissionais, capacitados, com desempenho e disciplina”.

O ministro assistiu a uma apresentação com detalhes da operação, que contou com a participação de oficiais generais da Força Naval e observadores estrangeiros
"Trago aqui a mensagem do presidente Michel Temer pelo comportamento, disciplina, compromisso e bravura dos fuzileiros navais”, disse o ministro.

Operação Formosa
Jungmann chegou hoje pela manhã no campo de treinamento para acompanhar os exercícios dos fuzileiros no âmbito da Operação Formosa. Acompanhado do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), almirante Ademir Sobrinho, o ministro foi recebido pelo comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), almirante Alexandre José Barreto de Mattos. No interior de uma barraca climatizada, o almirante apresentou detalhes da operação de adestramento.
“Este tipo de exercício requer a necessidade disciplina e superação enormes. Também intenso planejamento. E para estas atividades o campo de instrução de Formosa, por sua estrutura, facilita a realização deste treinamento”, afirmou o almirante Alexandre.
Para chegar à fazenda Bonsucesso, as tropas iniciaram deslocamento do Rio de Janeiro, uma operação logística que exigiu o poder de mobilização. Até o campo foram percorridos 1.644 quilômetros. O comboio contou com 59 viaturas leves, 71 viaturas pesadas, 25 blindados e 50 ônibus.
Após o briefing, o ministro Jungmann se deslocou para a parte externa onde ocorreram demonstrações num Posto de Controle de Trânsito (PCT). Lá, militares simularam abordar uma viatura suspeita. No para-choque do carro um explosivo identificado por robô e, em seguida, detonado. Na outra parte, o exercício de descontaminação em decorrência de ataque por agente NQBR (Nuclear, Químico, Biológico e Radiológico).
Militares figurantes “feridos” foram encaminhados ao hospital de campanha e atendidos de acordo com o grau de ferimento.  Em seguida, o ministro percorreu os setores do hospital e conferiu as principais atividades médicas da unidade.


O comboio contou com 59 viaturas leves, 71 viaturas pesadas, 25 blindados e 50 ônibus
Campo de treinamento
Depois, a comitiva seguiu para o campo de treinamento, onde os fuzileiros demonstram situações reais de guerra. O exercício começou com o lançamento de militares do Batalhão de Operações Especiais Tonelero. A infiltração dos paraquedistas ilustrou a ação de reconhecimento do território.
No instante seguinte, aviões AF 1 lançaram bombas. Tanques adentraram ao local para o desembarque de militares e sequência de disparos de misseis, cenas que mostram o preparo militar para o enfrentamento das situações mais diversas.
Ao término do exercício, Jungmann discursou para 1,4 mil fuzileiros. Na oportunidade, o ministro destacou a importância desta tropa de elite da Marinha. “Os fuzileiros são a primeira linha da proteção da Pátria. Vi aqui mais um exemplo de profissionalismo. Deixo aqui o meu abraço e saio com a certeza que o Brasil se encontra em boas mãos”, afirmou.
 Treinamento em APH TÁTICO

   AGRADECIMENTOS AOS VETERANOS QUE  COLABORARAM COM ESTA MATÉRIA

                            Francisco Veterano Alves:


                           Veterano Mauricio Cavalcante:

Fonte:
Por Roberto Cordeiro

Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4071